****** Caderno V
Caderno V
procuro versos dispersos


Quinta-feira, Junho 21, 2007

Hoje, Quinta Poética na Casa das Rosas, às 19h: Cuti, Eduardo Sterzi, Renata Pallottini e Daniela Ramos.

posted by Daniela Ramos | 2:41 PM|||


Segunda-feira, Junho 18, 2007

#3
Considerava ter um projeto, empreender, seguir à risca o planejamento. Conseguiria, seria possível tamanha dedicação, a querer realmente algo? Algumas dificuldades, que são impostas justamente por quem as vive. Por que se impor cargos, coisas que não se pode cumprir? Tem perguntas, não pode negar, não pode achar que não as tem, sempre as terá. Gostaria de estar em alhures, lugares passados, tombados, enterrados. "Mas quando ele chegar...". Não tem idéia de quando vai parar, fica tarde, escurece, e a tela iluminada continua a brilhar no escuro, a ser artificial, estimulante mental.

*

...e sobre a flap 2007...:

(aqui muitas outras informações)

FLAP 2007: CONTAMINAÇÕES
Blog: http://flap2007.zip.net
Contato: flap@projetoidentidade.org

São Paulo:
29 de junho. Casa das Rosas (Av. Paulista, n° 37)
30 de junho e 1º de julho. Espaço dos Satyros I (Pça. Roosevelt, nº 214)

Rio de Janeiro:
4 e 5 de agosto de 2007
(programação em breve)

Realização
Projeto Identidade

Apoio
O Casulo, Casa das Rosas, Os Satyros & Sebo do Bac

posted by Daniela Ramos | 7:15 PM|||


Sexta-feira, Junho 15, 2007

Aproveitar os momentos de dispersão para registrar, assim uma memória randômica e efêmera poderá ser salva. Deixa computado, guarda em um arquivinho. Uma música datada tentando ser escutada. Uma música nova sendo transcodificada. Não se importa com nada além do interior, pode separar bem as coisas, sabe ver as diferenças, reconhecer as situações. Percebe enquanto escreve que o que se faz continua acontecendo. Escreve mais quando escreve, vários tipos de escrita e discurso.

posted by Daniela Ramos | 7:38 PM|||


Sexta-feira, Junho 08, 2007

Várias formas de dizer a mesma coisa ao longo de toda a vida. Percebeu que seria isso. Gostaria de ouvir, sempre, alguma parte da história aparentemente inacabada, mesmo que em horários pré-determinados e discurso duvidoso (e por que não?). Sentia a experiência do teatro toda vez que pensava em restrições sensoriais ou afetivas. A abertura dos sentidos, "mel vermelho" soava como o refrão da entrega. A mãe que ficou guardada na gaveta podia sair e sentir, finalmente, abraçar a filha perdida, usar salto alto.

posted by Daniela Ramos | 9:25 PM|||


Segunda-feira, Junho 04, 2007

Gêneros do Discurso

O estilo vem antes, no enunciado.
Tentar com uma ou duas palavras,
a bêbada de Dallas, petróleo. Jogos
digitais. Ludo-narrativa, livre associação
entre as partes do jogo.

Isso não é recado, por favor não entre em
contato. A coluna cada vez mais presente,
isso fazia diferença gradual no controle
do corpo. Cada dia que passa registra
para as sensações não se perderem.

Agora fala o "O poeta e a (espera da) morte", de Henry Maartens:

O poeta.
A cada dia que passa, o monstro parece perder um pedacinho de sua vida. Sente-se como uma maçã ainda presa à arvore, porém sem casca, ficando a disposição de insetos em um pomar de frutas podres e inaproveitáveis (algo como em nossa sociedade atual).
(...)
A morte.
A manhã é a mais difícil de ser vista, mesmo sendo brilhante e bonita. A noite parece ser muito mais sua amiga, passando noites inteiras de olhos abertos, o trabalho que aumenta seu intelecto, fazendo ginásticas cerebrais, talvez seja ainda seu melhor orgão funcionando e em condições de aprimoramento.


Os gêneros do discurso escrito.

C:\Documents and Settings\User\Meus documentos\HD\hd_primeiro\pessoal_antigo\

Quando se pode refazer os rastros, aí um pouco melhor, pois consegue observar com mais distância e refazer caminhos. Reconstrói os caminhos que ficam gravados nas memórias temporárias, mas também nas efêmeras, inconscientes, voláteis.

Não quer parar. A cena do jóquei, eles falam "por uma cabeça".

posted by Daniela Ramos | 10:34 PM|||
Letrinhas:
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::"Eu tenho uma idéia.
Eu não tenho a menor idéia. ". (Ana C.)::
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